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Da Bolsa ao Bitcoin: o que esperar dos mercados nesta semana?

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Os mercados encerraram a semana com movimentos distintos. No Brasil, o Ibovespa avançou 2,11%, aos 170.448 pontos, e voltou a subir após duas semanas consecutivas de queda. A recuperação merece atenção, mas o índice ainda negocia entre as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos e mantém uma estrutura de baixa no curto prazo. Para fortalecer a reação, considero necessário superar a faixa de 174.135/180.680 pontos.
O dólar futuro seguiu na direção oposta e recuou 1,60% na semana, encerrando abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. No exterior, Nasdaq e S&P 500 também corrigiram após três semanas consecutivas de valorização, embora ainda acumulem ganhos de 3,18% e 2,59% em agosto, respectivamente.
O principal destaque foi o Bitcoin, que rompeu a resistência da lateralização

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Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (21/08) em queda de 1,09%, aos 5.150 pontos. O dólar à vista também perdeu 1%, a R$ 5,1417, e acumulou baixa de 1,53% na semana. No mercado interno, o noticiário eleitoral permaneceu no radar dos investidores.
Para os traders de minidólar, as atenções estarão voltadas ao comportamento da moeda no exterior e aos possíveis efeitos de uma nova ampliação das recompras de títulos pelo Tesouro dos Estados Unidos. A evolução dos rendimentos dos Treasuries e o cenário eleitoral brasileiro deverão indicar se a pressão vendedora continua ou se o contrato encontra espaço para uma reação.
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Análise do gráfico de 15 minutos

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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (21/08) em forte alta de 1,78%, aos 174.035 pontos. O Ibovespa avançou 1,85%, aos 171.031,73 pontos, e acumulou alta de 2,45% na semana, apoiado pelo desempenho positivo de Wall Street e pela conversa entre os presidentes Lula e Donald Trump. No Brasil, a queda dos juros futuros e do dólar também favoreceu a Bolsa. Bancos, B3 (B3SA3), varejistas e Vale (VALE3) lideraram os ganhos, embora a saída de investidores estrangeiros e as incertezas fiscais e eleitorais permaneçam no radar.
Para os traders de mini-índice, o foco estará na continuidade do fluxo comprador nos bancos e demais ações de maior peso, além do comportamento do capital estrangeiro e das negociações entre Brasil e Estados Un

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