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De aperto a bets ao Bolsa Família: como medidas podem impactar ações de varejo na B3?

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Três medidas anunciadas ou estudadas pelo governo federal entraram recentemente no radar dos investidores e podem influenciar as perspectivas para empresas de varejo e consumo listadas na B3: o reajuste de 15% do Bolsa Família, as possíveis restrições às apostas online e a promessa de distribuição de canetas emagrecedoras pelo SUS.
Embora tenham naturezas bastante distintas, as iniciativas compartilham um elemento em comum: o potencial de alterar a alocação da renda das famílias brasileiras e, consequentemente, afetar setores que dependem diretamente do consumo doméstico.
Entre elas, analistas veem o reajuste do Bolsa Família como a medida de impacto mais imediato sobre o varejo, especialmente para empresas expostas ao público de menor renda.
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Estudar mais já não basta: o brasileiro precisa trabalhar mais para subir
Existe uma diferença entre ter a renda estável e conseguir viver com ela.
45% das pessoas dizem que sua renda permaneceu estável nos últimos 12 meses. O número poderia sugerir uma situação de relativa segurança. Mas há outro dado na mesma direção que conta uma história diferente, 61% fizeram alguma atividade adicional para complementar ou obter renda no último ano.
A estabilidade, portanto, pode estar custando mais trabalho.
Os números fazem parte da pesquisa “Viver nas Cidades: Desigualdade e Mobilidade Social”, realizada pela Ipsos em dez capitais brasileiras, com 3.500 pessoas de 16 anos ou mais. O estudo mostra um país que continua tentando melhorar de vida, mas precisa encontrar caminhos cada vez mais complexos

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