Deflação de agosto derruba juros e reabre a dúvida: alongar prazos ou ficar no CDI?

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As taxas do Tesouro Direto caíram de forma generalizada na manhã desta sexta-feira (11), depois que o IBGE informou que o IPCA registrou deflação de 0,32% em agosto, recuo mais intenso do que a queda de 0,29% projetada em pesquisa da Reuters. O juro real do Tesouro IPCA+ 2032 perdeu 0,15 ponto percentual, para IPCA + 7,57%, e os prefixados recuaram de 8 a 10 pontos-base.
O número reforçou a tese que o mercado vinha construindo desde a prévia, quando o IPCA-15 caiu 0,40%: a de que a inflação cede mais rápido do que se projetava e, com isso, a Selic pode cair com mais força.
O PIB do segundo trimestre, que cresceu 0,5% com fraqueza nos setores sensíveis aos juros, já havia levado a XP a revisar suas contas na direção de uma inflação menor.
Para a carteira de renda fixa, o dilema
Fontes
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