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Diversificação global: XP mostra por que olhar só para o real limita ganhos

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A diversificação internacional ainda é tratada com certa resistência pelo investidor brasileiro. De acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil está entre os países com maior concentração doméstica em investimentos em ações: aproximadamente 90% da alocação, muito acima da média de países emergentes como Chile e México. A prática é vista no País como algo opcional, mas essa abordagem não é a mais adequada, alertam especialistas.
O tema foi destaque em mais um dia de debates do International Week, evento online realizado pela XP que busca oferecer uma visão abrangente sobre o cenário internacional, abordando oportunidades em renda fixa, renda variável e fundos temáticos. Nesta terça-feira, o projeto contou com a participação de Rachel de Sá, estrategista de

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