Dólar fraco é política desenhada desde a campanha eleitoral nos EUA. Dará certo?

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O dólar vive um período de desvalorização contínua desde janeiro de 2025, quando Donald Trump reassumiu a presidência dos Estados Unidos. E está cada vez mais claro que isso não é apenas efeito indireto da agressiva política externa americana. Economistas e centros de pesquisa em todo o mundo tem alertado que o movimento faz parte de uma estratégia do governo de enfraquecer a própria moeda ante divisas dos pares, como euro, yuan e iene.
A tática da Casa Branca segue conselhos de Stephen Miran, que foi um dos principais assessores econômicos de Trump na campanha eleitoral de 2024 e que foi nomeado diretor do Fed. Tanto que voltou a circular nas redes um documento que o economista preparou no final daquele ano (“Guia do Usuário para a Reestruturação do Sistema Global de Comércio”
A indústria automotiva global viverá um marco decisivo em 2026: a estreia de carros elétricos com baterias de estado sólido.
O feito deve caber à Geely (dona da Volvo e recém-chegada ao Brasil): a gigante chinesa anunciou, nesta semana, que concluirá a fabricação de seus primeiros automóveis com a tecnologia ainda neste ano, inicialmente em fase de testes.
O comunicado coloca a Geely no centro de uma corrida tecnológica agressiva, que transformou 2026 no ano decisivo para a comercialização do que especialistas chamam de “santo graal” da eletrificação.
Vantagens da bateria de estado sólido
Ao contrário das baterias de íons de lítio atuais – que utilizam eletrólitos líquidos inflamáveis -, as baterias de estado sólido empregam materiais sólidos (cerâmicos ou polímeros). Daí vem o seu nome.
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Fontes
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