Dólar mantém maior cotação em 18 meses diante de tensões no Golfo e inflação nos EUA

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NOVA YORK, 12 Out (Reuters) – O dólar se manteve na maior cotação dos últimos 18 meses nesta segunda-feira, apoiado pela demanda por ativos de refúgio, à medida que ataques se intensificaram no Oriente Médio no fim de semana, mantendo os investidores cautelosos antes da divulgação de dados importantes sobre a inflação nos Estados Unidos no final desta semana.
O índice do dólar, que acompanha a moeda norte-americana em relação a seis outras divisas, subiu 0,37%, para 102,58, o maior nível desde abril de 2025.
Os preços do petróleo apresentaram volatilidade depois que os houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, intensificaram ataques à Arábia Saudita, e dois petroleiros foram atacados no fim de semana.
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Os futuros do petróleo Brent subiram 2,3%, para US$
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O furacão Simon avançou lentamente em direção noroeste, próximo à costa do México no Pacífico, nesta segunda-feira, atingindo os estados do oeste do país com ventos perigosos, chuvas intensas e inundações que colocaram comunidades ribeirinhas em alerta para possíveis evacuações.
O Centro Nacional de Furacões dos EUA informou que o Simon estava a cerca de 90 quilômetros a oeste de Cabo Corrientes, no estado de Jalisco, às 8h (11h no horário de Brasília), com ventos máximos sustentados de 175 quilômetros por hora, o que o classifica como um furacão de categoria 2.
O Simon enfraqueceu desde sábado, quando era um sistema de categoria 4.
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“O Simon está perdendo lentamente a intensidade dos ventos e pode, por fim, estagnar esta semana e nunca chegar a at
Fontes
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