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Durigan: aumento do Bolsa Família cabe no Orçamento e cita PEC Kamikaze de Bolsonaro

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, comparou nesta quinta-feira (17) o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo governo Lula à ampliação de benefícios sociais promovida por Jair Bolsonaro (PL) antes da eleição de 2022.
A diferença, segundo Durigan, está na forma de financiar a medida. Ele afirmou que o novo valor será acomodado no Orçamento sem alteração das regras fiscais.
“Estamos fazendo isso de maneira muito responsável e muito diferente do que já se viu no país. Em outros tempos, fez-se PEC Kamikaze, fez-se crédito extraordinário para além do que estava no Orçamento previsto”, afirmou durante a cerimônia de anúncio.
O governo elevou em cerca de 15% o piso do Bolsa Família, de R$ 600 para R$ 691. O benefício médio deverá passar de R$ 675 para R$ 777. O impacto estimado é

A Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado, projetou nesta quinta-feira (17), para o próximo ano, um déficit nas contas do governo da ordem de R$ 86,1 bilhões.
A estimativa, que consta no Relatório de Acompanhamento Fiscal de setembro, diverge da estimativa oficial do governo. Na proposta de orçamento do próximo ano, enviada ao Congresso Nacional no fim de agosto, o Executivo prevê um saldo positivo de R$ 18,6 bilhões.
▶️A diferença entre as duas projeções é de R$ 104,8 bilhões.
O projeto de orçamento para o próximo ano ainda não foi analisado pelo Congresso Nacional. A expectativa é de que o texto seja avaliado pelo Legislativo somente após o período eleitoral. Normalmente, o orçamento é votado somente em dezembro de cada ano.
Possível descumprimento da meta fiscal
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Eduardo ou uma opção ‘racional’: como seria o Itamaraty num governo Flávio?
Desde que começou a circular a informação de que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro já se apresenta a interlocutores como futuro chanceler do Brasil num eventual governo Flávio Bolsonaro (PL), a chamada “ala racional” ligada à campanha passou a citar outros nomes para comandar o Itamaraty.
Da lista, um dos mais fortes, segundo a coluna apurou com pessoas próximas ao candidato, é o da senadora Tereza Cristina (PP), ex-ministra da Agricultura do governo de Jair Bolsonaro.
A “ala racional” que acompanha Flávio Bolsonaro — dentro e fora da campanha — não apoia Eduardo à frente do Ministério das Relações Exteriores. Lembram das dificuldades que o ex-deputado causou no passado em relações com países como a China,

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