Eleição eleva risco, e Ibovespa chega às urnas sem prêmio histórico de retorno

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A eleição voltou a elevar o risco na Bolsa brasileira, mas, em 2026, o investidor não recebeu a mesma compensação em retorno observada em pleitos anteriores. Às vésperas do primeiro turno, a volatilidade atingiu níveis recorde, enquanto o Ibovespa acumulava desempenho bem abaixo da média histórica nas janelas mais próximas das urnas.
Neste ciclo, a incerteza eleitoral se soma a juros e inflação historicamente elevados nos Estados Unidos, tensões geopolíticas e à disputa por capital com mercados considerados mais seguros – além do trade de inteligência artificial -, ampliando o risco sem a contrapartida de rentabilidade.
Levantamento da Nomad mostra que, até 18 de agosto, o Ibovespa acumulava queda de 11,5% nos seis meses anteriores ao primeiro turno, ante recuo médio de 2,2% en
Fontes
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