Eleições podem destravar o Ibovespa? Confira o que esperar em semana decisiva

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Os mercados entram em uma semana com potencial de aumento da volatilidade, especialmente no Brasil. A proximidade do primeiro turno das eleições, marcado para o próximo domingo, 4 de outubro, tende a elevar a cautela dos investidores. Dependendo da configuração do resultado, o período posterior à votação poderá trazer oscilações ainda mais intensas.
Esse cenário ganha relevância porque o Ibovespa permanece lateralizado após a forte recuperação iniciada nos 164.835 pontos. O resultado eleitoral poderá funcionar como gatilho para a saída desse movimento de consolidação, mas a direção ainda dependerá da reação do mercado. Por isso, considero importante acompanhar tanto o comportamento do volume quanto o rompimento dos principais suportes e resistências.
O Ibovespa recuou 0,95% na
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A uma semana do primeiro turno da eleição presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) chegam à reta final separados por poucos pontos nas principais pesquisas nacionais divulgadas nos últimos dias.
Os institutos divergem sobre o tamanho da vantagem no primeiro turno. Datafolha, Quaest, AtlasIntel/Bloomberg, e Real Time Big Data mostram Lula numericamente à frente, embora empatados na margem de erro. No segundo turno, porém, o quadro é mais uniforme e os levantamentos recentes colocam os dois em situação de empate técnico.
A fotografia indica uma eleição fortemente concentrada nos dois principais candidatos, mas sem um resultado idêntico entre os institutos. As diferenças decorrem, entre outros fatores, de metodologias, períodos de coleta e margens de er
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O Tesouro IPCA+ entrega ao investidor brasileiro um juro real elevado, acima de 7% em qualquer vencimento. Mas a remuneração já foi maior: em junho, o papel com vencimento em 2032 alcançou sua maior taxa: 8,47% ao ano. Quem comprou tem hoje um ativo que se valorizou e pode gerar lucro rápido. Mas será que a venda antecipada compensa?
A pedido do InfoMoney, a Hike Capital simulou o caso de quem aplicou R$ 10 mil no Tesouro IPCA+ 2032 no pico de junho, e avalia vender agora, 98 dias depois. Com a taxa em 7,68% – praticada na última quarta-feira (24) –, o resgate bruto seria de R$ 10.672,52, alta de 6,73%.
Descontados o Imposto de Renda de 22,5%, cobrado em aplicações de até 180 dias, e a custódia da B3, sobrariam R$ 10.515,66. O ganho líquido seria de 5,16%, ou 20,6% ao ano. O CD
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A eleição presidencial de 2022 não foi decidida apenas nas urnas. Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) também travaram uma disputa de mais de R$ 100 milhões em gastos de campanha.
Segundo dados das prestações de contas eleitorais, a chapa formada por Lula e Geraldo Alckmin declarou R$ 131,3 milhões em despesas entre o primeiro e o segundo turnos. Jair Bolsonaro e Walter Braga Netto registraram cerca de R$ 89,1 milhões.
A diferença foi de aproximadamente R$ 42,2 milhões. Em termos proporcionais, a campanha de Lula gastou cerca de 47% a mais que a de Bolsonaro.
Os dois chegaram ao segundo turno e, portanto, estavam submetidos ao mesmo teto de gastos. Naquela eleição, o limite para candidatos à Presidência era de R$ 88,9 milhões no primeiro turno e aumentava em 50% para os finalistas,
Fontes
- https://www.infomoney.com.br/mercados/eleicoes-podem-destravar-o-ibovespa-confira-o-que-esperar-em-semana-decisiva/
- https://www.infomoney.com.br/politica/lula-ou-flavio-veja-como-estao-as-pesquisas-a-uma-semana-do-1o-turno/
- https://www.infomoney.com.br/onde-investir/comprou-tesouro-ipca-acima-de-8-simulacao-mostra-se-vale-a-pena-vender-agora/
- https://www.infomoney.com.br/politica/quem-gastou-mais-na-campanha-de-2022-lula-ou-jair-bolsonaro/
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Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
