Entenda o esquema no Rio Metrópole e quem é quem na investigação do MPRJ

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A operação deflagrada nesta quinta-feira pelo Ministério Público do Rio mira um suposto esquema de desvio de recursos públicos no Instituto Rio Metrópole (IRM), autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Governo cuja atual diretoria foi nomeada na gestão Cláudio Castro. Segundo a denúncia do MPRJ, contratos milionários com as empresas Engeconsult e R. Peotta abasteciam um esquema que incluía repasses ao Instituto Bio, empresa de fachada, saques em dinheiro vivo e transporte de alta quantia em dinheiro com escolta armada.
Como funcionava a fraude, segundo o MP
O IRM firmava contratos com duas empresas: Engeconsult Consultores Técnicos Ltda. e R. Peotta Engenharia e Consultoria Ltda.Esses contratos, segundo o MP, somaram mais de R$ 80 milhões e eram a “via formal” pela qual o
Ação mira desvio de R$ 86 mi e prende presidente de autarquia do RJ
Investigação do Ministério Público indica apura irregularidades no Instituto Rio Metrópoles; um dos envolvidos está foragido
O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou 11 pessoas por desvio de R$ 86,3 milhões do IRM (Instituto Rio Metrópole), autarquia estadual responsável por projetos na região metropolitana. O presidente da instituição, Davi Perini Vermelho, conhecido como Didê e apontado pelas investigações como líder do esquema, foi preso nesta 5ª feira (9.jul.2026).
A denúncia foi apresentada pelo Gaesf (Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal). Foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão na capital, em São Gonçalo (RJ) e em Teresópolis (RJ). Segundo a
Fontes
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