Esperanças de acordo sobre Ormuz se esvaem enquanto Trump exige indenizações do Irã

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WASHINGTON, 10 Ago (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu nesta segunda-feira às condições do Irã para um acordo de paz com suas próprias demandas, exigindo que Teerã pague indenizações pelas pessoas mortas em guerras, ataques e protestos, em uma escalada retórica que deve complicar os esforços para reabrir o Estreito de Ormuz.
A proposta de Trump, que não havia sido levantada anteriormente, foi uma resposta às exigências de Teerã por indenização e pelo fim das sanções. As exigências iranianas estavam, em grande parte, alinhadas aos termos de um acordo preliminar de paz assinado em junho, que desde então fracassou.
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A empresa de mídia social de Donald Trump registrou prejuízos ainda maiores ao abandonar uma grande aposta em criptomoedas e migrar para uma controversa nova linha de negócios: vender acesso mais rápido a publicações do presidente dos EUA no mercado financeiro, capazes de provocar movimentos nos preços dos ativos.
A Trump Media & Technology Group Corp. registrou prejuízo de US$ 238 milhões no segundo trimestre, impulsionado pela forte queda nos preços das criptomoedas que possui, segundo um comunicado divulgado na segunda-feira. Isso se compara a um prejuízo de US$ 20 milhões no mesmo período do ano anterior para a controladora da Truth Social.
Os resultados aceleram uma longa deterioração financeira da Trump Media, que não conseguiu registrar lucro apesar de uma série de novos
O jornalista e meteorologista Luis Felipe Molina — Foto: Cortesia de Luis Felipe Molina via BBC
O jornalista e meteorologista Luis Felipe Molina cresceu e viveu a maior parte de sua vida em Manizales, uma das cidades afetadas pelo terremoto de magnitude 7,4 que sacudiu o oeste da Colômbia na segunda-feira (10).
Embora o epicentro tenha sido o município de San José del Palmar, no departamento de Chocó, o tremor foi sentido com muita intensidade a cerca de 150 quilômetros dali, na famosa região conhecida como Eixo Cafeeiro, onde fica Manizales, que já enfrentou várias vezes esse tipo de fenômeno natural.
“Eu vivi o terremoto de 25 de janeiro de 1999 quando tinha 6 anos”, diz Molina, enquanto explica que, desde então, passou a se interessar por aprender a ciência por trás dos terremotos.
“Os
Fontes
- https://www.infomoney.com.br/mundo/esperancas-de-acordo-sobre-ormuz-se-esvaem-enquanto-trump-exige-indenizacoes-do-ira/
- https://www.infomoney.com.br/business/trump-media-dona-da-rede-social-truth-social-tem-prejuizo-de-us-238-mi-no-2t/
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/08/11/terremoto-na-colombia-tudo-no-meu-apartamento-se-mexia-pela-janela-eu-via-os-predios-ao-meu-redor-balancarem-de-um-lado-para-o-outro.ghtml
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