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EUA estão usando armas a laser para abater drones e foguetes no Estreito de Ormuz

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Os Estados Unidos estão usando tecnologia de laser para derrubar drones e mísseis de cruzeiro na região do Estreito de Ormuz em sua guerra contra o Irã, informou o jornal NY Post, citando fontes do Departamento de Guerra. A tecnologia já teria sido testada antes na fronteira sul dos EUA, para abater drones de grupos mexicanos ligados ao narcotráfico.
Segundo o jornal, o projeto para aproveitar o potencial militar do laser está sendo desenvolvido há 50 anos. “Podemos rastrear e mirar drones de forma muito específica e posicionar o ponto exatamente onde desejamos, seja para desativar seus sensores ou explodir o próprio drone”, afirmou ao Post Mark Neice, presidente da Directed Energy Consultants, que colabora com os militares.
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Por Aditya Soni
MENLO PARK, Estados Unidos, 24 Set (Reuters) – Mark Zuckerberg fez várias alusões irônicas à Apple durante o evento anual da Meta (M1TA34), na quarta-feira, para depois seguir o exemplo de Steve Jobs em uma revelação surpresa: um dispositivo do tamanho de um relógio de bolso que leva o agente de inteligência artificial da companhia para o mundo real.
O dispositivo, chamado Muse Charm, destaca uma mudança mais ampla na gigante das mídias sociais, que há muito tempo busca se livrar dos sistemas operacionais da Apple e do Google por meio de uma plataforma própria. Os usuários podem tocar no aparelho para acessar o Muse diretamente, sem precisar passar pelos aplicativos de IA nos smartphones.
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As ações da Prio (PRIO3) chegam ao fim da semana em uma região importante do gráfico. Depois da recuperação iniciada nos R$ 51,36, o papel perdeu força, passou a negociar abaixo das médias móveis mais curtas e voltou a operar abaixo dos R$ 60, faixa que pode ajudar a definir os próximos movimentos.
Na abertura do mercado nesta sexta-feira (25), a ação recuava 1,63%, às 10h15, cotada a R$ 59,85, caminhando, assim, para a segunda semana consecutiva de baixa. No mês de setembro, a ação recua 4,47%. O movimento, porém, ocorre depois de uma valorização expressiva: a ação ainda acumula alta de aproximadamente 46,6% em 2026 e de cerca de 55% em 12 meses.
O cenário coloca duas forças no radar. De um lado, os gráficos mostram perda de impulso no curto prazo e mantêm suportes importantes

Eu “denuncio” a mesma coisa há seis anos, desde os tempos de Tite. O Brasil não tem laterais bons, não tem jogadores para a posição no mesmo nível do resto, então é necessário encontrar um sistema que tire de jogo os laterais e use outros caras de forma criativa. Outra distribuição. A teimosia, de Tite, depois de Diniz, depois de Dorival e agora de Ancelotti é a grande marca da seleção brasileira.
O mais óbvio é jogar com três zagueiros. Não um lateral que não sobe e, sim, um terceiro zagueiro. E um centroavante a mais ou um meio-campista a mais. Saem dois laterais, entra um terceiro zagueiro e um jogador ofensivo.
Não é o empate com a Austrália no primeiro amistoso pós-Copa o grande problema – seria uma derrota, o empate foi conquistado com um gol de cabeça de Rayan no último lance da par

Se o Brasil sofre para empatar com a Austrália, vai ganhar de quem?
Austrália 1 x 1 Brasil
Eu sou de um tempo em que o Brasil empatar fora de casa com o Equador, por exemplo, era considerado um vexame máximo.
Pois é, amigo internauta, mas os tempos mudaram.
A fase da nossa seleção brasileira é tão tenebrosa que agora precisamos de um gol no último lance do jogo para evitar uma derrota para a folclórica Austrália.
E não é força de expressão: foi no último lance mesmo!
Aos 49 minutos do segundo tempo, Raphinha cobrou escanteio, Rayan cabeceou, a bola bateu no goleiro Beach, no travessão e entrou: 1 a 1!
Um empate salvador para um Brasil que fez uma partida muito, mas MUITO ruim.
O gramado horroroso atrapalhou?
Atrapalhou, é verdade.
Mas não explica uma seleção com Vini Jr., Raphinha, Estêvão

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