Flávio diz que reajuste do Bolsa Família mostra desespero de Lula

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17 Set (Reuters) – O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou nesta nesta quinta-feira o reajuste de 15% no valor do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), classificando como ‘ilegal’ e ‘ato de desespero’ do adversário na eleição de outubro.
‘O Lula, num ato de desespero, acabou de fazer um decreto, mesmo sabendo que é ilegal e que é proibido durante as eleições. Fez uma coisa que não fez em quatro anos de governo, e faltando 17 dias para a eleição ele acha que vai enganar alguém dando reajuste no Bolsa Família. Ele sabe que isso não pode, mas é o desespero, porque ele sabe que já perdeu’, disse o senador durante ato de campanha em Vitória da Conquista (BA).
Flávio Bolsonaro diz que não existe ajuda de gov
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O Bolsa Família terá o primeiro reajuste desde agosto de 2022, quando ainda se chamava Auxílio Brasil. O governo anunciou nesta quinta-feira (17) aumento de 15,04% nos benefícios, percentual equivalente à inflação medida pelo INPC acumulada desde então.
Têm direito ao Bolsa Família as famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda mensal de até R$ 218 por pessoa, além do cumprimento das regras do programa nas áreas de saúde e educação. Porém a entrada não ocorre automaticamente após a inscrição: o governo faz a seleção das famílias que atendem aos critérios.
Para quem já recebe o benefício, o reajuste será automático e também alcançará os adicionais pagos conforme a composição familiar. Cerca de 19,3 milhões de famílias são atendidas atualmente.
Qual será o novo valo
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Durante uma fase da vida de Alcione Louzada, casa e trabalho tinham o mesmo endereço. Hoje, aos 42 anos, ele é planejador financeiro CFP e consultor de valores mobiliários na Nippur Wealth, consultoria ligada à XP, que mantém R$ 12 bilhões sob custódia.
Nascido em Machadinho, no interior do Rio Grande do Sul, Louzada estudou em escola pública e começou a trabalhar ainda adolescente.
Aos 14 anos, entrou nos Correios por meio de um programa voltado a jovens de famílias de baixa renda. Ficou até os 17 anos e 10 meses, limite de idade do programa.
Na agência, fazia atendimento ao público e também saía a pé pelo centro da pequena cidade — de menos de 6 mil habitantes — para entregar cartas e contas de água, luz e telefone. Foi seu primeiro emprego formal e sua primeira fonte de rend
Fontes
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