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Força-tarefa dos combustíveis chega a SP, e ANP autua Vibra, Ipiranga e Nexta

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Depois de colocar o mercado de combustíveis de sobreaviso, como forma de monitorar mais intensamente a movimentação do diesel e da gasolina no País, a força-tarefa de fiscalização do governo federal para o setor de combustíveis anunciou que chegou a São Paulo, maior mercado do setor. Na quinta-feira, 19, distribuidoras foram alvo de ações de fiscalização no Estado, no âmbito da ofensiva coordenada para apurar possíveis elevações injustificadas de preços.
Durante a fiscalização, Vibra, Ipiranga e Nexta Distribuidora foram autuadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A Senacon estipulou o prazo de 48 horas para que as distribuidoras Vibra, Ipiranga e Raízen apresentem esclarecimentos sobre seus custos e eventuais aumentos sem justa causa.
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Luana Lopes Lara é cofundadora e diretora de operações da Kalshi — Foto: Getty Images via BBC
A mineira Luana Lopes Lara ganhou destaque internacional no final do ano passado ao ser apontada pela revista Forbes como “a bilionária mais jovem do mundo que construiu sua própria fortuna”.
Uma reportagem da revista destacava a trajetória singular de Lara — seus anos como bailarina do Bolshoi, suas medalhas em olimpíadas brasileiras de astronomia e matemática, seus estudos na prestigiosa universidade americana Massachusetts Institute of Technology (MIT) e a fundação de uma empresa considerada inovadora — que culminou em uma fortuna pessoal estimada em US$ 1,3 bilhão.
Mas neste ano, a Kalshi, empresa cofundada por Lara — e da qual ela tem 12% de participação e trabalha como diretora de operações

Tanto os seres humanos quanto uma ampla gama de outros animais (de grilos a macacos, passando por rãs e aves) têm preferências semelhantes em termos sonoros âgrosso modo, uma espécie de gosto musical compartilhado por parte considerável do reino animal.
A sobreposição está longe de ser perfeita. à uma associação estatÃstica, e não de gostos idênticos, de acordo com o estudo sobre o tema que saiu nesta quinta-feira (19) na revista Science. Ainda assim, os resultados são relevantes o suficiente para reforçar a ideia de que as conexões evolutivas entre os seres vivos também acabaram produzindo um tipo de senso estético comum na natureza.
Ou, como escreveu o naturalista britânico Charles Darwin em seu livro “A Ascendência do Homem e a Seleção Relacionada ao Sexo”, de 1871,

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