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França tem confrontos isolados à medida que tensões aumentam após marchas

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Confrontos eclodiram em Paris e em outras cidades francesas ao final de manifestações em todo o país, motivadas pela indignação com o custo de vida e pela precariedade dos serviços públicos, enquanto as autoridades mobilizavam forças em grande número para evitar que se repetissem os distúrbios que eclodiram há duas semanas.
Os protestos, que ocorreram no dia do Halloween e foram em grande parte pacíficos durante a tarde, aconteceram após os distúrbios e saques de 17 de outubro, que pegaram as forças de segurança de surpresa, deixando um rastro de destruição em lojas, prédios públicos e empresas em todo o país.
A polícia de choque avançou para dispersar pequenos grupos de agitadores no final da marcha em Paris, lançou gás lacrimogêneo em Lyon, a terceira maior cidade da França,

O presidente da Polônia, Karol Nawrocki, reuniu-se neste sábado (31) com os partidos da maioria centrista e da oposição nacionalista em busca de uma saída para a crise política e institucional que se agravou na sexta-feira com a intervenção da polícia no Tribunal Constitucional.
Entretanto, seu adversário, o primeiro-ministro Donald Tusk, denunciou aqueles que, segundo ele, querem “destruir a democracia”.
A crise entre o Executivo centrista de Tusk e a oposição, que vinha latente desde seu retorno ao poder em 2023, piorou na sexta-feira com a intervenção da polícia no Tribunal Constitucional em Varsóvia.
Karol Nawrocki passou a tarde em reuniões com vários líderes de partidos, tanto da oposição quanto da coalizão no poder.
Os nacionalistas, a extrema direita e a esquerda radical atenderam

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