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Gestor de Fundo Global Avisa Sobre Riscos de IA no Setor de Software

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Por que o melhor fundo de investimentos de tecnologia está fugindo do software agora?

Contexto

No atual cenário da indústria de tecnologia, uma voz respeitada se faz ouvir: Nick Evans, gestor do Polar Capital Technology Fund, um fundo global com US$ 12 bilhões sob gestão. Sua visão sobre o setor de software é alarmante para os investidores: a maioria das ações desse segmento está tóxica e poucas empresas vão sobreviver no longo prazo, especialmente diante da crescente presença da inteligência artificial (IA).

Repercussão

A declaração de Evans veio após a forte queda do setor de software este ano. Um fundo negociado em bolsa que acompanha o setor de software dos Estados Unidos caiu 22% no mesmo período, contrariando a tendência de alta das ações de semicondutores, que dispararam com o aumento da demanda por computação impulsionada pela IA.

Evans, um especialista reconhecido em seu campo, explica que as ferramentas de codificação por AI estão evoluindo rapidamente e já podem replicar e modificar grande parte do software existente. Essa mudança representa uma ameaça existencial para empresas de aplicativos de software, como aquelas envolvidas no processamento de documentos ou gestão de finanças.

Em entrevista, Evans afirmou que vendeu todas as participações no setor de software, com a exceção de uma pequena posição e algumas opções de compra na Microsoft Corp. “Não voltaremos a essas empresas,” disse.

O que vem agora

Agora, Evans está focado em encontrar oportunidades em áreas menos afetadas pela IA. “Acredito que as empresas que possuem dados de alta qualidade e soluções para problemas complexos terão uma vantagem competitiva”, afirmou.

Além disso, o gestor destaca a importância de investir em tecnologias emergentes como biometria, segurança cibernética e software empresarial. “Estas são áreas que oferecem mais estabilidade e crescimento no longo prazo”, concluiu.

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