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Goldman: Petrobras pode perder competitividade no curto prazo por alta no petróleo

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A dinâmica de que preços altos do petróleo significam ganhos para papéis da Petrobras (PETR3; PETR4) tem sido consolidada entre analistas do setor. Para o Goldman Sachs, porém, no curto prazo, é possível que a petroleira perca competitividade no diesel e gasolina, enquanto preços do petróleo operarem acima dos níveis históricos.
Na prática, a dificuldade que a petroleira poderia ter para repassar altas através de ajustes nos combustíveis faria com que os benefícios de preços mais altos no petróleo fossem parcialmente compensados.
“No entanto, essa dinâmica, caso se materialize, poderia durar apenas enquanto os preços do petróleo estiverem significativamente acima dos níveis históricos, momento em que o governo teria incentivo para oferecer subsídios”, afirma o relatório.
O Gold

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O governo federal pediu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que adie os reajustes nas contas de luz enquanto avalia medidas para reduzir o impacto das tarifas neste ano. A solicitação foi feita em ofício enviado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) no último dia 17 de março.
No documento, a qual O GLOBO teve acesso, o governo afirma que ainda está conduzindo análises internas e tratativas para definir possíveis ações voltadas aos reajustes tarifários. A justificativa é dar tempo para a conclusão dessas discussões antes que os aumentos sejam aplicados aos consumidores.
O texto também deixa claro o objetivo das medidas em estudo: reduzir o impacto das tarifas sem comprometer o funcionamento do setor elétrico. Segundo o ministério, a intenção é encontrar soluções qu

Governo Lula se articula sobre minerais críticos diante de acordos estaduais
Planalto avalia memorando de Goiás com os EUA e mira soberania de recursos
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a se articular com mais intensidade em torno de iniciativas estaduais que, na avaliação do Planalto, ameaçam a estratégia brasileira sobre minerais críticos.
A iniciativa mais recente do governador Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) entrou no radar como ponto de tensão interna diante da pressão internacional sobre os recursos minerais do país. Ele assinou com o Departamento de Estado dos Estados Unidos um memorando de entendimento sobre terras-raras.
O acordo de Caiado contém cláusulas consideradas inconstitucionais pelo Palácio do Planalto. O problema, segundo integrantes do gover

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