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Governo atribui a Bolsonaro consolidação de fraudes no INSS em voto paralelo da CPMI

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O voto em separado elaborado pela bancada governista para a CPMI do INSS deve focar na tese de que as fraudes investigadas não foram casos isolados, mas sim resultado de um esquema estruturado e sistêmico, que vieram desde o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sustentado por falhas institucionais, mudanças normativas e atuação coordenada de agentes públicos e privados.
O documento, que deve ser apresentado como contraponto ao relatório oficial do relator Alfredo Gaspar, aponta que o esquema de descontos indevidos em benefícios previdenciários operou de forma organizada ao longo de uma década, entre 2015 e 2025, mas contou com omissões do governo bolsonarista para continuar operando.
O voto sustentará que o avanço das fraudes foi possibilitado por uma combinação de omi

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