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Governo estuda comprar dívidas antigas para diminuir dívidas familiar, diz jornal

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estuda utilizar recursos públicos para comprar dívidas antigas de consumidores para tentar reduzir o endividamento familiar. As informações são da Folha de S. Paulo.
A medida também poderá ajudar a melhorar o balanço das instituições financeiras em relação à distribuição de crédito, que vem caindo com a alta da inadimplência.
A aquisição das dívidas ocorreria diretamente com os bancos, com a concessão de desconto sobre os valores totais. Segundo o jornal, a expectativa do Planalto é que o abatimento seja de até 95% do valor total do débito.
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A reação dos clubes e federações de futebol a rumores de que o governo pretende tomar “medida drástica” contra as bets saiu depois de as empresas de apostas avisarem os times e entidades esportivas que a decisão vai forçá-las a rever contratos de patrocínio.
Hoje, 13 dos 20 times da Série A do Brasileirão têm contratos com empresas de apostas. A própria competição é patrocinada pela principal empresa do mercado, a grega Betano.
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Um dia após o anúncio de que o governo federal dará um ajuste de 15% ao Bolsa Família, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a medida não é incompatível com a responsabilidade fiscal de um eventual novo governo do PT.
Em entrevista exclusiva ao UOL na manhã desta sexta-feira (18), o ministro destacou que o Orçamento de 2026 tem espaço para o reajuste e que, para 2027, outros “temas” [gastos] podem ser revistos diferente para abrir espaço para o aumento. Ele, porém, não especificou como isso seria feito.
Durigan foi convidado pelo UOL, no início de setembro, para dar uma entrevista como interlocutor da área econômica da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O UOL também convidou Daniella Marques, porta-voz da área do candidato Flávio Bolsonaro (PL). Ela, no entant

Os clubes brasileiros, que não acham caminho de consenso para tratar de temas centrais como o combate ao racismo e ao machismo, parecem ter encontrado ambiente conciliatório para defender as apostas. Sentaram-se para redigir uma carta que entrará para a história como uma peça de infâmia, um produto de des-sensibilização e de alienação diante dos verdadeiros problemas do Brasil.
Para justificar a continuidade da circulação da dinheirama derramada no mercado pelas “bancas”, os advogados divulgaram um texto que contém algumas pérolas.
“Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos”, escrevem. Vejam: o lucro é deles e fica no colo do Poder Público resolver o colapso social criado p

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