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Haddad pede a Alcolumbre a retomada de trechos da MP alternativa ao IOF

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Em reunião na manhã desta quarta-feira (dia 15), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu a Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, a retomada da discussão de pontos da medida provisória (MP) alternativa ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) — não votada pela Câmara dos Deputados — que são “incontroversos”.
Em conversa rápida com jornalistas, ele citou o controle do cadastro do seguro-defeso e a limitação de compensações tributárias indevidas.
A MP, que perdeu a vigência na semana passada, era considerada crucial para fechar as contas de 2026. No total, a expectativa era de arrecadação de R$ 20,9 bilhões e cerca de R$ 10 bilhões em corte de gastos. A restrição de compensações era a medida da MP com maior potencial de arrecadação, de R$ 10 bilhõe

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O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, confirmou que a estatal busca uma captação de empréstimos de R$ 20 bilhões com instituições financeiras, com garantias do Tesouro, para tentar normalizar a operação da estatal. Ele apontou, contudo, que o objetivo é voltar a ter lucro apenas em 2027. “A operação de crédito visa reequilibrar a empresa nos anos de 2025 e 2026. Ter tempo de adotar as medidas que começam a impactar em 2026, para em 2027 a gente conseguir iniciar um ciclo de balanço no azul. Ou seja, lucro em 2027”, afirmou.
Segundo Rondon, que concedeu entrevista à imprensa na sede da empresa em Brasília, as despesas dos Correios vêm crescendo a um ritmo anual de 6% ao ano, incluindo a inflação, mas que a estatal precisa reverter esse quadro e reduzir gastos.
Um dos focos

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