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Houthis do Iêmen estão aprendendo a se armar por conta própria

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A imagem popular dos rebeldes Houthis do Iêmen é de homens na carroceria de picapes, disparando AK-47 para o ar do deserto. No entanto, o grupo lançou ataques com mísseis de longo alcance contra Israel, a mais de 1.600 quilômetros de distância. Os Houthis têm atacado o tráfego de navios no Mar Vermelho com drones navais.
E evidências apontam para sua crescente ambição de usar inteligência artificial e outros meios para produzir armamentos mais avançados por conta própria, tornando-os menos dependentes de seus patrocinadores no Irã.
Embora sejam apoiados pelo Irã, durante meses os Houthis permaneceram à margem dos combates deste ano na região. Isso terminou em julho, quando declararam um bloqueio marítimo à Arábia Saudita. Desde então, marcharam para o sul, tomando a histórica c

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Quando economistas falam sobre “inflação”, estão se referindo à taxa na qual os preços sobem. Por essa medida, a inflação melhorou muito, caindo para 3,4% em agosto, ante um pico de 9% em 2022, medida pelo índice de preços ao consumidor.
Mas para os americanos comuns, o que muitas vezes importa mais é o acúmulo da inflação ao longo do tempo — o quanto os preços subiram durante um período de anos. Muitos americanos ainda se lembram de quando o bife custava US$ 8 o quilo e sofrem um choque ao ver o novo preço, muito mais alto.
Se a inflação voltar ao normal, que os economistas tipicamente definem como cerca de 2% ao ano, esse choque deve desaparecer gradualmente. Com o tempo, os consumidores aprenderão a aceitar os preços mais altos, da mesma forma que a maioria das pessoas não e

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O Copom deve anunciar nesta quarta-feira (16) o quinto corte seguido da Selic, de 14% para 13,75% ao ano, a menos de três semanas do primeiro turno das eleições. Diante dos dois eventos, a TAG Investimentos recomenda cautela. Para André Leite, CIO da gestora, o investidor deve evitar antecipar o resultado da disputa, manter pelo menos 30% da carteira no exterior e deixar o reposicionamento para depois das urnas.
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“A única coisa que você precisa evitar agora é fazer grandes apostas”, diz Leite, em entrevista ao InfoMoney. “Isso seria jogar moedinha. É blackjack, é cassino.” Na avaliação dele, a disputa entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio

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O rendimento do título de 10 anos do Tesouro americano, principal referência de juros do mundo, chegou a bater 5,04% ao ano nesta semana, o maior nível desde julho de 2007, diante da expectativa de que o Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) volte a elevar a taxa básica nesta quarta-feira (16).
A explicação mais óbvia é a guerra entre Estados Unidos e Irã, que já dura seis meses e mantém o petróleo Brent a quase US$ 110 o barril, pressionando a inflação em escala global. Mas o petróleo é só parte da história: boa parte da pressão, na verdade, vem de fatores que se acumulam há meses. Veja quais, e como esse movimento afeta o investidor brasileiro.
1. Dívida ‘impagável’ dos EUA
O governo americano deve fechar este ano fiscal com déficit de 6% do PIB, o que significa

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A Super Quarta desta semana coloca investidores diante de uma combinação pouco usual: o Banco Central do Brasil deve iniciar um novo ciclo de afrouxamento monetário, enquanto o Federal Reserve caminha para elevar os juros pela primeira vez desde 2023. O contraste entre as duas decisões deve estar entre os principais catalisadores para os mercados brasileiros nos próximos dias.
A expectativa predominante é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduza a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano, enquanto o Fed promova uma alta de igual magnitude, levando os Fed Funds para a faixa de 3,75% a 4,00%. A divergência entre os ciclos monetários tende a gerar impactos distintos sobre Bolsa, dólar e curva de juros.
Para Vitor Kayo, economista sênior da Nomad, o mercado já

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