IBC-Br sobe 0,5% em abril e mostra economia resistente a juro alto, mas desacelerando

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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou alta de 0,5% em abril na comparação com março, descontada a sazonalidade. O resultado veio ligeiramente abaixo da expectativa do mercado, que projetava avanço de 0,6%, mas reafirma a resiliência da economia brasileira em um ambiente de juros restritivos. Na comparação com abril de 2025, o indicador subiu 0,9%.
Com o desempenho de abril, o IBC-Br acumula expansão de 1,6% nos últimos 12 meses e de 1,3% no ano.
A expansão foi puxada pela Indústria, que cresceu 0,4%, e pelo setor de Serviços, com alta de 0,3%. O setor agropecuário ficou estável (0%) e o IBC-Br Ex-agro avançou 0,4%.
|Variação do IBC-Br (%)
|Mês/mês
|Tri/tri
|Mês/mês ano anterior
|Tri/tri ano anterior
|Acumulado ano
|Acumulado 12 meses
|IBC-Br
|0,5
|
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O dólar chega à Super Quarta em uma região decisiva frente ao real. Nesta quarta-feira (17), por volta das 11h30, a moeda norte-americana recuava 0,48%, cotada a R$ 5,06. Enquanto isso, o dólar futuro (WDON26), com vencimento em julho, cedia 0,58%, aos 5.077 pontos (cada 1.000 pontos equivalem a R$ 1,00), acumulando desvalorização superior a 10%.
O movimento ocorre em meio à expectativa pelas decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed) e do Comitê de Política Monetária (Copom), em um dia que pode redefinir apostas para juros, fluxo estrangeiro e câmbio nos próximos meses.
Ao mesmo tempo, investidores acompanham os desdobramentos do acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra e reabrir o Estreito de Ormuz. A cerimônia oficial de assinatura está marcada p
Fontes
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