Ida de Fux para a Segunda Turma gera debate sobre caso Bolsonaro

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A transferência do ministro Luiz Fux da Primeira para a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, pode redesenhar a correlação de forças nos dois colegiados. A mudança ocorre após a aposentadoria de Luís Roberto Barroso e a divergência aberta por Fux em julgamento da trama golpista na Primeira Turma. Ele ficou isolado após votar pela absolvição de Jair Bolsonaro e outros réus.
Agora, Fux se junta a dois ministros com posições que agradam a setores conservadores. Embora sejam de perfis distintos, os magistrados poderiam eventualmente formar maioria no colegiado. Um deles é André Mendonça, indicado por Bolsonaro. O magistrado vem divergindo da maioria em casos relacionados ao 8 de Janeiro. Nunes Marques, também indicado pe
Fontes
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