Impasse político leva STF a bater recorde de tempo com um integrante a menos na Corte

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O Supremo Tribunal Federal (STF) ultrapassou a marca de nove meses funcionando com apenas dez ministros e já registra o mais longo período sem sua composição completa desde a redemocratização. A vacância, aberta com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso e mantida após a rejeição, pelo Senado, da indicação de Jorge Messias feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já produz reflexos concretos no funcionamento da Corte. Nos bastidores, ministros afirmam que a ausência de um integrante amplia o peso de cada voto, aumenta o risco de empates e contribui para o acúmulo de processos que aguardam uma definição — até o momento, 19 ações estão numa espécie de limbo no plenário aguardando um novo nome.
Até então, o período mais longo de vacância desde a redemocratização
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a expor neste domingo uma antiga mágoa com o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), indicando que a relação com o magistrado continua estremecida. Em ato inaugural de campanha, o petista relembrou a decisão do integrante do STF que, em 2019, não permitiu que ele acompanhasse o enterro do irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, da forma como havia pedido à Justiça. O desabafo reforça a distância entre ambos, aprofundada desde que Toffolli passou a ser alvo de envolvimento no caso Master.
A crítica de Lula foi feita durante ato oficial de campanha em São Bernardo do Campo (SP). Sem citá-lo pelo nome, Lula fez questão de lembrar que o magistrado havia sido indicado por ele ao Supremo.
Ao recordar o episódio, o pr
Fontes
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