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Investir no exterior não é mais oportunismo, mas pilar estratégico de longo prazo

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Será que o investidor brasileiro ainda trata a alocação global como um “extra” na carteira? Se depender das discussões que abriram os painéis da XP Global Conference 2025 essa visão está com os dias contados.
Afinal de contas, de acordo com o head da BU de Fundos, José Tibães, investir lá fora não é mais oportunismo, mas um pilar estratégico de longo prazo. “A alocação internacional é algo estrutural na carteira dos clientes”, afirmou, reforçando que o tema deve ganhar ainda mais peso na agenda de produtos e no relacionamento com assessores e investidores.
Segundo Tibães, a construção dessa tese começou há cerca de uma década, com a operação do private de Miami, e acelerou a partir de 2019, quando a XP passou a investir massivamente na oferta de fundos internacionais via feeder

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