Juros do Tesouro Direto têm nova queda firme com apetite por ativos brasileiros

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As taxas dos títulos do Tesouro Direto operam em queda nesta segunda-feira (26), dando continuidade ao movimento positivo para os ativos brasileiros, em um ambiente marcado por valorização da bolsa, recuo do dólar frente ao real e maior apetite por risco no início de uma semana decisiva para a política monetária no Brasil e nos Estados Unidos.
Nos títulos prefixados, o recuo foi mais evidente. O Tesouro Prefixado 2028 passou a pagar 12,93% ao ano, ante 12,97% na sexta-feira. Já o Tesouro Prefixado 2032 cedeu de 13,62% para 13,54%, enquanto o Prefixado com Juros Semestrais 2035 recuou de 13,71% para 13,63%.
Entre os papéis atrelados à inflação, as taxas também registraram queda ao longo da curva. O Tesouro IPCA+ 2029 passou de 7,85% para 7,81% de juro real, enquanto o Tesouro IP
Fontes
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