Justiça italiana cita Moraes como vítima e juiz ao negar extradição de Zambelli

Publicidade
A Justiça italiana divulgou, nesta sexta-feira (12), os motivos que levaram à decisão de negar, em 22 de maio, a extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP) ao Brasil e permitir sua soltura na Itália.
Entre os apontamentos, a Corte Suprema de Cassação destacou a dupla atuação do ministro Alexandre de Moraes, que teria sido “vítima” e “juiz” no mesmo caso.
No documento, os magistrados apontam que Alexandre de Moraes acumulou diferentes funções ao longo do processo ao ser considerado uma das pessoas prejudicadas por um dos crimes atribuídos à ex-deputada.
O caso citado refere-se à invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo a acusação, Zambelli contratou o hacker Walter Delgatti para romper a segurança do sistema judiciário e incluir documentos falsos,
A ministra Cámen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou para negar um recurso apresentado pela defesa do ex-deputado Roberto Jefferson contra o pagamento de uma multa de R$ 452,3 mil por ter sido condenado em um processo.
O que aconteceu
Cármen Lúcia seguiu o relator, Alexandre de Moraes, e o ministro Flávio Dino, que já haviam se manifestado contra a suspensão da multa. Em plenário virtual, o julgamento vai até as 23h59 da próxima segunda-feira. Contudo, pode ser suspenso se algum ministro pedir vista (mais tempo para análise do caso) ou destaque (o que levaria a julgamento para o plenário físico, em sessão presencial).
Moraes considerou que recursos apresentados pela defesa de Jefferson não trazem fatos para mudar decisão anterior. “Em conclusão, não há reparo a fazer no entendi
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
