Kinea passa a ver chance majoritária de petróleo acima de US$ 100 por mais tempo

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No início de março, Ruy Alves, sócio e co-gestor de multimercados da Kinea, tinha uma leitura otimista sobre o cenário do petróleo: havia muito estoque parado no mar, o mercado físico seguia frouxo e o Estreito de Ormuz nunca havia sido fechado na história, nem na guerra Irã-Iraque. O cenário só mudaria, dizia ele, com um acirramento muito maior. Então a escalada veio.
Em nova carta mensal, a gestora conta que o conflito foi mais longe do que o esperado inicialmente, levando a casa a “rever de forma significativa” seu balanço para o mercado de petróleo.
“Partíamos de um cenário que imaginávamos superavitário, mas o fechamento do Estreito de Ormuz retirou inicialmente cerca de 20 milhões de barris por dia do fluxo potencial da região”, escreveu a Kinea.
A gestora distribui agora
Fontes
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