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Lula sanciona lei que endurece combate ao crime organizado

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na quarta-feira (29) uma lei que endurece o combate ao crime organizado e amplia a proteção de autoridades envolvidas nessa área. A norma foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (30).
A nova legislação, aprovada pelo Congresso Nacional, cria dois novos tipos penais: “obstrução de ações contra o crime organizado” e “conspiração para obstrução de ações contra o crime organizado”. As penas previstas variam de 4 a 12 anos de reclusão, além de multa.
O texto também determina que condenados ou presos provisórios por esses delitos cumpram pena em presídios federais de segurança máxima. Segundo o governo, a medida busca reduzir a influência de facções criminosas dentro dos sistemas prisionais estaduais.
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Ex-secretário nacional de Segurança Pública, e com atuação também nessa área nos governos dos estados de Goiás e do Pará, Ricardo Balestreri reconhece que as facções criminosas exercem “poder tirânico” sobre largas porções do território do Rio e que “não se pode permitir o domínio desses bandidos, exercido com armas longas”, que foram apreendidas na operação — 91 fuzis foram tirados das mãos dos criminosos pelas forças de segurança.
Para o pesquisador, porém, o poder público vem se escorando somente numa lógica de combate, sem dar sequência a iniciativas que poderiam levar à retomada efetiva de territórios. Balestreri enfatiza que combater o crime organizado “apenas na favela é enganar a população” — segundo ele, a operação Carbono Oculto mostrou arrecadação bilionária em setor

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou nesta quarta-feira, 29, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não exclui e nem recomenda a adoção da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Rio de Janeiro. Segundo ele, a adoção da medida depende de uma solicitação do governador do Rio, Cláudio Castro (PL). A declaração foi feita em conversa com a imprensa após reunião de emergência com Castro na capital fluminense.
“Nós não excluímos e nem estamos recomendando que se faça, ou que se desencadeie uma GLO. Tudo depende das circunstâncias e depende, evidentemente, do próprio governador”, disse Lewandowski.
“Nenhum bandido importante mora em favela”, diz especialista em segurança pública
Ricardo Balestreri, que tem atuação federal e estadual n

Até então presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Galvão é o 1° suplente de Boulos, que é o novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência.
Ricardo Galvão se candidatou a uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2022. Ele recebeu 40.365 votos e não conseguiu se eleger.
Ao g1, ele já havia confirmado que ia assumir a vaga, mas, nesta quarta-feira, fez uma publicação nas redes sociais para oficializar o novo desafio.
“A voz da ciência no Congresso Nacional. Em 2019, o negacionismo tentou calar a ciência. Mas resistimos. Em 2022, o povo mobilizado derrotou o autoritarismo. Hoje, a ciência brasileira ocupa um lugar na Câmara dos Deputados. Comunico oficialmente que deixo a presidência do CNPq para defender a ciência no Congresso Nacional. A

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