Marca do pênalti da Copa do Mundo vira a mais nova sala de aula do futebol

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A disputa de pênaltis sempre foi o jogo mental mais cruel do futebol — uma caminhada angustiante em meio ao barulho, à dúvida e ao pavor nacional. O que mudou nos últimos anos não foi a pressão, mas a preparação — e nesta Copa do Mundo, jogadores, técnicos e goleiros estão cada vez mais tratando os pênaltis menos como uma loteria e mais como uma disciplina especializada que traz enormes recompensas.
A Alemanha e a Holanda aprenderam isso da maneira mais difícil. Foram eliminadas nos 16 avos de final após derrotas nos pênaltis para Paraguai e Marrocos. O belga Youri Tielemans foi o contraponto, convertendo um pênalti nos acréscimos da prorrogação para selar uma impressionante virada sobre Senegal.
Para Geir Jordet, professor da Escola Norueguesa de Ciências do Esporte e autor de
Fontes
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