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Marina Silva: “Todos os países vivem as contradições da transição energética”

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Durante a abertura da COP30, em Belém, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que o Senado “segue na contramão dos esforços globais” para conter as mudanças climáticas ao aprovar, às vésperas da conferência, novos incentivos fiscais para usinas termelétricas movidas a carvão.
“Foi um sinal na contramão dos esforços que precisam ser feitos. É um absurdo que algo com essa complexidade seja votado em seis minutos, às vésperas do maior evento para o enfrentamento da mudança do clima”, disse Marina em entrevista ao O Globo.
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Além do mercado de trabalho aquecido e da inflação de serviços resistente, uma série de medidas governamentais darão fôlego extra à atividade em 2026 e impõem um desafio adicional para o Banco Central iniciar o ciclo de afrouxamento da Selic, a taxa básica de juros.
A avaliação é de Roberto Secemski, economista-chefe para o Brasil do Barclays, que continua a esperar o primeiro corte a partir de março.
A seguir, os principais trechos da entrevista:
O sr. elevou a estimativa para alta do PIB em 2026, de 1,7% a 2%, devido principalmente a políticas fiscais expansionistas. Como o quadro de atividade mais resiliente e política fiscal mais frouxa afeta os próximos passos para a política monetária?
O principal ponto é que não são apenas medidas fiscais, é uma combinação de programas d

Consórcio de governadores de direita é “traição à pátria”, diz Boulos
Ministro concorda com Lula ao chamar ação no Rio de “matança” e critica chamar facções de “terroristas”
O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, criticou a articulação de governadores de oposição que, segundo ele, atuam contra iniciativas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na segurança pública. Declarou que, ao defender a classificação de facções como organizações “terroristas”, eles podem abrir caminho para interferência estrangeira no país.
“Esse consórcio de governadores que clama pela paz é um consórcio para atiçar a intervenção estrangeira [no Brasil]”, disse em entrevista ao jornal Valor Econômico.
Segundo Boulos, a mudança de enquadramento jurídico não altera o enfrenta

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