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Mercado deve repercutir “tom duro” do Copom após Selic mantida, dizem economistas

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Como esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve a taxa básica de juros em 15% ao ano. O comunicado que acompanhou a decisão, no entanto, enterrou parte das expectativas para que o ciclo de cortes começasse ainda em janeiro, na reunião marcada para os dias 27 e 28 do mês. E ativos brasileiros devem sentir o tom mais duro nas negociações do “dia seguinte”.
“Achei o Copom levemente hawkish (duro, indicando juros altos por mais tempo) em relação ao mercado, sobretudo por não ter exercido a assimetria dovish (tom mais brando). Em relação a nossa expectativa foi em linha. O comunicado veio em linha na parte de atividade, reconhecendo a desaceleração — inclusive do PIB — de forma cautelosa”, considerou Natalie Victal, economista-chefe da Sul

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A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a Selic em 15% nesta quarta-feira (10) não trouxe surpresas, mas fez com que o mercado pegasse uma lupa para ler e analisar o comunicado que embasa a decisão. E o texto pode ter sido um “banho de água fria” para quem estimava um início do ciclo de cortes na próxima reunião, marcada para 27 e 28 de janeiro.
Saiba mais: Como investir em fundos, renda fixa, ações e FIIs com a Selic em 15% ao ano
No comunicado, o Copom reafirmou a necessidade de “cautela” diante de um cenário de “elevada incerteza”. Os dirigentes mantiveram a estratégia de juros altos “por período bastante prolongado” a fim de convergir a inflação à meta. De acordo com o Copom, ainda há riscos para a inflação, como a desancoragem das expectativas, a resili

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Mesmo com uma valorização superior a 30% em 2025 – e superior a 50%, considerando os pontos em dólares –, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, ainda é considerado como uma oportunidade de investimento para 2026.
A avaliação, que contraria a percepção de que a Bolsa “esteja cara” após a forte valorização, baseia-se em dois pilares: a aceleração do crescimento dos lucros das empresas e a expectativa de queda da taxa Selic.
A percepção, nesse sentido, de que o investidor local “perdeu a alta” é refutada por especialistas, que veem o cenário macroeconômico se tornando ainda mais favorável no próximo ano.
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