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Meta nega interferência eleitoral e atribui falhas envolvendo Lula a erros técnicos

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A Meta afirmou nesta sexta-feira (16) que não interferiu na distribuição de conteúdo político durante a campanha eleitoral e que os episódios apontados pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tiveram origem em falhas técnicas e operacionais.
Em nota, a empresa declarou que “não toma partido nessa nem em nenhuma outra eleição” e que “nossos sistemas não classificam nem distribuem conteúdo com base em ideologia política”.
A manifestação ocorre um dia após o ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar que a companhia não interfira na distribuição de conteúdo político-eleitoral relacionado a Lula e ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) até o fim do segundo turno.
Segundo a Meta, a conta de anúncios da campanha petista foi “desat

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta sexta-feira (16) regras para o funcionamento de canais de WhatsApp que apoiam campanhas eleitorais.
A decisão foi tomada após a guerra de liminares sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Por unanimidade, os sete ministros da Corte aprovaram uma atualização na resolução do TSE que trata da propaganda eleitoral na internet e da fiscalização dos canais de comunicação utilizados pelas candidaturas.
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TSE aperta cerco contra fake news em campanhas com novas regras para canais no WhatsApp
Por Marcelo Fischer |
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, nesta sexta-feira (16), novas regras para combater a disseminação de fake news em canais de WhatsApp utilizados durante campanhas eleitorais. A decisão determina critérios para identificar canais vinculados oficialmente a candidatos e prevê a retirada desses espaços do ar em casos de irregularidades repetidas.
A mudança foi aprovada por unanimidade pelos sete ministros do tribunal e altera a resolução que regulamenta a propaganda eleitoral no Brasil. A proposta foi relatada pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça, após discussões conduzidas pelo presidente, Kassio Nunes Marques.
Com a decisão, canais que utilizam recursos ou recebe

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