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Mini-índice (WINV26): IFR perto da sobrevenda reforça chance de repique?

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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (13/08) em alta de 0,21%, aos 170.775 pontos, interrompendo uma sequência de oito quedas consecutivas. O Ibovespa recuou 0,23%, aos 167.100,95 pontos, na oitava queda consecutiva. Mesmo com Wall Street em alta e a inflação ao produtor dos Estados Unidos abaixo do esperado, o mercado brasileiro permaneceu pressionado pelo temor fiscal, pelas incertezas eleitorais e pela alta dos juros futuros. Os balanços também pesaram, com quedas expressivas de Hapvida (HAPV3) e Banco do Brasil (BBAS3), enquanto Vale (VALE3) recuou e Petrobras (PETR3; PETR4) limitou as perdas.
Para os traders de mini-índice, os dados do varejo dos Estados Unidos e o PIB preliminar da zona do euro serão as principais ref

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O Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 0,23%, aos 167.100 pontos, acumulando o oitavo recuo consecutivo. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 166.196 pontos e a máxima de 168.515 pontos. Na minha leitura, apesar da perda moderada, a sequência negativa mantém a pressão vendedora e reforça o risco de continuidade da baixa.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa permanece abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, com distanciamento considerável em relação a elas. Para reverter essa configuração e retomar a alta, considero necessária uma entrada consistente de força compradora, capaz de superar as resistências em 171.345/174.280/178.720 pontos. Acima dessa região, os próximos objetivos estarão em 181.560/187.780/192.890 pontos.
Na direção contrár

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