Minidólar (WDOF26) segue em foco com alta volatilidade e semana de juros

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Os contratos de minidólar (WDOF26), com vencimento em janeiro, encerraram a última sessão (05/12) com forte alta de 2,34%, cotados a 5.466 pontos. O dólar teve um pregão de forte pressão doméstica, após o anúncio de Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência em 2026 — movimento que elevou o risco político e ampliou a aversão ao real. No exterior, o PCE dos EUA veio em linha com o esperado, reforçando apostas de corte de juros pelo Fed na próxima semana e contribuindo para um dólar global mais estável.
Mesmo com dados recentes indicando mercado de trabalho americano resiliente, o cenário internacional não foi suficiente para conter a disparada local, que refletiu quase integralmente a reação ao noticiário político.
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O mini-índice (WINZ25) encerrou a última sessão (05/12) com forte baixa de 4,20%, aos 158.325 pontos, movimento que reabriu espaço para pressão vendedora. O Ibovespa viveu um pregão de forte estresse, despencando 4,31% após a confirmação de Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência, movimento que reacendeu temores fiscais e provocou aversão ao risco. O mercado, que marcou pela manhã um novo recorde histórico acima dos 165 mil pontos, virou completamente após o noticiário político, enquanto o dólar disparou e os juros futuros chegaram a ser interrompidos por volatilidade extrema. No exterior, o ambiente era mais benigno, com inflação PCE dentro do esperado e altas moderadas em Nova York, mas o choque doméstico dominou totalmente o sentimento.
Para os traders de mini-índi
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O Ibovespa encerrou a última semana no negativo, devolvendo integralmente a alta observada no início do período e indicando que o fluxo vendedor pode ganhar tração. O índice caiu 1,07% na semana, fechando aos 157.369 pontos, após oscilar entre 157.006 pontos e a nova máxima histórica nos 165.035 pontos. Apesar do recorde intradiário, a forte virada de humor trouxe um tombo de 4,31% na sessão final, consolidando um candle de forte rejeição no gráfico diário.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa rompeu as médias de 9 e 21 períodos para baixo, configurando um sinal de enfraquecimento da tendência de alta e abrindo espaço para continuidade das quedas. Para reverter esse quadro, o índice precisaria recuperar a faixa de 159.454 pontos e, posteriormente, romper novamente a máxima
Fontes
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