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Minidólar (WDON26): mercado monitora Fed e acordo entre EUA e Irã

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Os contratos futuros de minidólar (WDON26), com vencimento em julho, encerraram a última sessão (15/06) em queda de 0,20%, aos 5.073 pontos, mantendo a pressão vendedora observada nos últimos pregões. O dólar encerrou o dia próximo da estabilidade, mesmo com a expectativa de um acordo entre EUA e Irã, que ajudou a reduzir os preços do petróleo e sustentou o apetite por risco no exterior. A perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz manteve os investidores atentos aos desdobramentos geopolíticos.
No Brasil, o mercado repercutiu a virada negativa da Bolsa ao longo da tarde e as revisões do Boletim Focus para inflação, juros e dólar. Para os traders, o foco segue nas negociações entre EUA e Irã e nas expectativas para a política monetária, fatores que continuam influenciando a

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Os contratos de mini-índice (WINM26), com vencimento em junho, encerraram a última sessão (15/06) em queda de 0,43%, aos 170.370 pontos, mantendo o viés negativo observado nas últimas semanas. Os contratos de mini-índice refletem um cenário externo mais favorável após os avanços nas negociações entre EUA e Irã, que impulsionaram as bolsas globais e reduziram parte das preocupações com inflação ao pressionar os preços do petróleo.
No Brasil, porém, o Ibovespa ficou na contramão dos mercados internacionais, pressionado principalmente pelas quedas de Petrobras (PETR3; PETR4) e dos grandes bancos. Para o trader de mini-índice, as atenções se voltam para o início das reuniões do Copom e do Federal Reserve, além do fluxo estrangeiro, fatores que seguem influenciando a volatilidade do

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O Ibovespa voltou a encerrar o pregão no campo negativo e manteve o viés baixista observado desde a máxima histórica em 199.354 pontos. Na última sessão, o índice recuou 0,42%, aos 170.415 pontos, após oscilar entre a mínima de 170.351 pontos e a máxima de 174.228 pontos.
Pelo gráfico diário, observa-se o índice negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mantém a tendência de baixa no curto prazo. Apesar disso, o IFR (14) em 37,54 se aproxima da região de sobrevenda, o que pode favorecer movimentos de repique comprador. Até o momento, porém, não vejo sinais técnicos consistentes que indiquem uma reversão da estrutura predominante.
Para que o mercado volte a ganhar tração na ponta compradora, considero fundamental a superação das resistências em 174

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