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Minidólar (WDOQ26): pressão vendedora segue; veja os pontos para operar

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Os contratos de minidólar (WDOQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (30/07) em queda de 1,04%, aos 5.067,5 pontos. O dólar à vista caiu acompanhando o enfraquecimento da moeda norte-americana no exterior após o Federal Reserve manter os juros. O mercado também repercutiu o núcleo do PCE, que avançou 0,1% em junho e 3,3% em 12 meses, além do crescimento anualizado de 1,5% do PIB dos Estados Unidos.
No Brasil, a taxa de desemprego ficou em 5,4%, em linha com as projeções. Na B3, o dólar futuro de agosto recuava 1,07%, aos 5.066 pontos. Para os traders de minidólar, a reação aos dados norte-americanos e às expectativas para os próximos passos do Fed permanece como o principal fator para a direção e a volatilidade do câmbio.
Nesta sexta-feira (31), os contratos

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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (30/07) em forte alta de 2,11%, aos 177.600 pontos, em um pregão dominado pelo fluxo comprador. O Ibovespa avançou 1,88%, aos 177.158,86 pontos, na máxima do dia, acompanhando as fortes altas em Nova York e na Europa. O mercado reagiu ao PCE abaixo do esperado e aos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos, enquanto o PIB norte-americano cresceu 1,5%, aquém das projeções. No Brasil, os juros futuros recuaram, apesar do déficit primário e do aumento da dívida pública.
Para os traders de mini-índice, Petrobras (PETR3; PETR4) e Vale (VALE3) ajudaram a sustentar o avanço, enquanto os grandes bancos tiveram desempenho misto. Nesta sexta-feira, último pregão da semana e de julho, a infl

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O Ibovespa encerrou a última sessão em forte alta de 1,88%, aos 177.158 pontos, exatamente na máxima do dia, após marcar mínima de 173.884 pontos. Na minha leitura, o avanço reforça a volatilidade observada nos últimos pregões e mostra uma reação consistente dos compradores, embora a continuidade do movimento ainda dependa do rompimento de resistências importantes.
No gráfico diário, observo que o índice voltou a negociar acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que favorece novas tentativas de alta. Para confirmar a recuperação, considero necessária a entrada de força compradora capaz de superar a região de 178.540/181.560 pontos. Acima dessa faixa, o Ibovespa poderá avançar em direção a 187.780/192.890 pontos.
Por outro lado, a perda das médias e dos suportes

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