Minidólar (WDOV26): caso Master e eleição pautam os negócios nesta segunda

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Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (11/09) em alta de 0,36%, aos 5.145,5 pontos. O dólar à vista avançou 0,47%, a R$ 5,1252, impulsionado por compras de proteção após Edson Fachin determinar a retirada dos sigilos das investigações do caso Master. O mercado avaliou que novas informações poderiam afetar Flávio Bolsonaro, enquanto aguardava outra pesquisa Datafolha. A cautela também levou os juros futuros a zerarem as perdas e pressionou o Ibovespa. A matéria não detalha o cenário externo, indicando predomínio dos fatores domésticos no movimento.
Para os traders de minidólar, o foco estará na repercussão dos documentos do caso Master e da nova pesquisa eleitoral. A reação dos juros futuros e do Ibovespa deverá ajudar a medir
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Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (11/09) em baixa de 0,92%, aos 188.720 pontos. O Ibovespa recuou 0,56%, aos 187.206,89 pontos, mas acumulou alta de 1,11% na semana, a quarta consecutiva. O índice se descolou do avanço de Wall Street e das bolsas europeias, pressionado pelas incertezas envolvendo o STF e o caso Master. A deflação de 0,32% do IPCA não sustentou o mercado, enquanto os juros futuros subiram. Vale (VALE3), Petrobras (PETR3; PETR4) e varejistas recuaram, ao passo que os bancos terminaram sem direção única.
Para os traders de mini-índice, o foco estará na repercussão da retirada dos sigilos do caso Master e nos possíveis efeitos sobre o cenário eleitoral. As expectativas para a decisão de juros do Federal Res
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O Ibovespa voltou a recuar na última sessão, com queda de 0,56%, aos 187.207 pontos. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 186.207 pontos e a máxima de 188.586 pontos.
Na minha leitura, o recuo mantém o Ibovespa em um movimento mais lateral, que interpreto, até o momento, como uma acomodação após as fortes altas recentes. A estrutura principal ainda favorece os compradores, mas a dificuldade para superar a região dos 190 mil pontos e a permanência do IFR em sobrecompra recomendam cautela.
No gráfico diário, observo que o índice continua acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, preservando o viés altista. O IFR (14), em 72,06 pontos, permanece na região de sobrecompra, condição que não determina uma reversão, mas reforça o risco de realização de lucros enq
Fontes
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