Montadoras chinesas que produzem carros no Brasil afirmam não estar “crise dos chips”

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As montadoras chinesas que já começaram a produzir veículos no Brasil, a BYD e a GWM, informaram que a possibilidade de uma nova crise na cadeia de fornecimento de semicondutores não vai atingir suas linhas de produção no país. As duas empresas recebem chips diretamente de suas matrizes, na China, o que garante o abastecimento desses itens usados em diferentes funções do veículo, como o gerenciamento do motor, freios, airbags, sistemas de entretenimento, entre outros.
Ontem, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que representa as montadoras instaladas no país, alertou o governo sobre o risco de paralisação da produção de veículos no Brasil, nas próximas duas a três semanas, devido à escassez de semicondutores.
Uma crise geopolítica na Nexperia
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O banco Bradesco (BBDC4) é considerando uma das maiores e mais sólidas instituições do sistema financeiro brasileiro. O banco, que divulgará seu balanço na quarta-feira (29), tem sido um dos nomes preferidos de analistas para exposição ao setor. As ações do Bradesco apresentam valorização de quase 70% apenas em 2025. Com a alta, ainda vale a pena investir no banco?
Na última semana, o Goldman Sachs elevou o Bradesco de venda para neutro, com também aumento de preço-alvo de R$ 15 para R$ 17. Para o banco estrangeiro, o Bradesco apresentou geração de capital melhor que o previsto. Além disso, a lucratividade ainda estaria em ritmo de recuperação gradual, considerando melhor margem de juros líquida (NIMs, na sigla em inglês) ajustados ao risco e seguros.
Para Daniel Utsch, gestor
Fontes
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