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MPE pede ao TRE-SP que negue registro da candidatura de Ricardo Salles ao Senado

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A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo impugnou o pedido de registro da candidatura do ex-ministro Ricardo Salles (Novo) ao Senado por falta de documentos. O órgão pede que o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) negue o registro, mas o caso ainda será julgado.
Segundo a Procuradoria, Salles não apresentou documentos com informações completas sobre os processos judiciais mencionados em suas certidões. Esses registros, chamados de certidões de objeto e pé, informam do que trata cada ação, quais decisões já foram tomadas e qual é a situação atual do processo.
A manifestação cita especificamente a Ação Civil Pública nº 5012827-97.2022.4.03.6100. Nesse caso, Salles teria apresentado apenas uma relação das movimentações processuais, sem detalhes sobre o conteúdo

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Com a proximidade da ida dos brasileiros às urnas, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aposta na apropriação de agendas previamente lideradas por parlamentares ao apresentar iniciativas legislativas sobre temas de cunho eleitoral. É o que mostra levantamento feito pelo cientista político Murilo Medeiros, da UnB, divulgado com exclusividade pelo GLOBO. Entre as pautas apropriadas pelo Planalto, que vão desde iniciativas originadas na base governista quanto na oposição, estão o fim da escala de trabalho 6×1, o PL Antifacção e a revogação da chamada “taxa das blusinhas”.
Medeiros avalia que a iniciativa é “legítima” do ponto de vista constitucional. Politicamente, porém, modifica a dinâmica de cooperação entre os Poderes ao deslocar para o Executivo parte do pro

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Uma troca de acusações envolvendo empréstimos para o estado e para a cidade de São Paulo virou uma nova frente de batalha que opõe integrantes da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), Flávio Bolsonaro (Republicanos) o prefeito Ricardo Nunes (MDB) de um lado, e integrantes do governo Lula (PT) e Fernando Haddad (PT) do outro.
Nos últimos meses, representantes do governo do estado e da capital têm reclamado do que chamam de uma demora incomum na liberação de empréstimos para os dois entes, especialmente por demora da Casa Civil, que estaria travando empréstimos com bancos estrangeiros. As reclamações, que antes se restringiam a conversas mais reservadas do prefeito e do governador, passaram a ser encampadas publicamente por Flávio nos últimos dias, que chegou a dizer que Lul

IFI estima R$ 288 bi acima da regra de ouro em 2026
Valor inclui despesas sociais e previdenciárias que dependerão de autorização para serem financiadas por operações de crédito
A IFI (Instituição Fiscal Independente) estima que R$ 288 bilhões em despesas da União em 2026 dependerão de operações de crédito acima do limite estabelecido pela regra de ouro. A informação foi publicada pela CNN nesta 3ª feira (4.ago.2026).
Estabelecida pela Constituição, a regra de ouro impede que o governo contraia dívidas para bancar despesas correntes, como salários, benefícios e o funcionamento da máquina pública. Em regra, o endividamento deve financiar investimentos, inversões financeiras ou a amortização de outras dívidas.
O limite pode ser ultrapassado se o Congresso aprovar créditos suplementares ou es

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