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Não dá para comemorar expansão de crédito e reclamar de endividamento, diz Galípolo

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Gabriel Galípolo, presidente do Central, apontou como causadores do endividamento recorde das famílias brasileiras a concessão de crédito por parte das instituições financeiras e o uso menos consciente de produtos financeiros pela população – que tem origem na ampliação da inclusão bancária, sobretudo entre os brasileiros de menor renda, vista a partir da pandemia e da utilização em massa do Pix.
“Às vezes temos que falar algumas coisas óbvias. Não dá pra ficar contente com a notícia de que o crédito cresceu e depois reclamar que o endividamento cresceu. O crédito que um banco dá é a dívida de alguém que tomou. A maior razão do endividamento é a dívida”, disse o banqueiro central na abertura da Febraban Tech 2026, que acontece em São Paulo nesta segunda-feira (24).
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O presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy Filho, classificou como “insustentável” a trajetória atual da dívida pública. Segundo ele, o estoque de cerca de R$ 10 trilhões, combinado com uma taxa básica de juros de 14% ao ano, torna elevado o custo de financiamento da dívida no longo prazo. Por isso, defendeu que o debate sobre as contas públicas considere o deficit nominal, que inclui as despesas com juros, e não apenas o resultado primário.
O presidente do Bradesco, Marcelo Noronha, afirmou que a equipe econômica do banco identificou medidas que poderiam gerar economia de R$ 250 bilhões a R

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