“Ninguém quer mais trabalhar”: pensão a vítima de violência gera discussão no TJ-BA

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O desembargador José Reginaldo Costa afirmou, em julgamento na Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que a revisão de pensão alimentícia para o filho de uma mulher vítima de violência doméstica precisava ser analisada “com muita cautela, para não estimular a ociosidade”.
“Esses alimentos [pensão] devem ser vistos com muita cautela, para não estimular a ociosidade. Daríamos o mesmo tratamento se fosse o inverso? O homem não tem perspectiva de gênero nesse ponto. Eu sou isento”, disse o magistrado durante a sessão, segundo a TV Bahia.
A mulher teria iniciado o relacionamento ainda menor de idade e, durante dez anos, foi impedida de trabalhar pelo então marido. Atualmente, vive de favor na casa de amigos e tenta se reorganizar com o filho.
Na sessão de julgamento,
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