O que está por trás da queda de 11,9% na produção da PRIO que não assustou analistas

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A queda de 11,9% na produção da PRIO no terceiro trimestre deste ano (3T25), divulgada pela empresa nesta terça-feira (7), ficou dentro do esperado, mesmo com os efeitos da paralisação do campo de Peregrino, segundo avaliação dos analistas. Para o Itaú BBA, JPMorgan e Goldman Sachs, a interrupção já estava precificada pelo mercado, e a retomada dos trabalhos deve ocorrer nos próximos dias, de acordo com informações da companhia. Após o anúncio sobre a produção, as ações da PRIO operavam em queda de 0,63% às 16h10, cotadas a R$ 37,80.
A petroleira produziu 88,2 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd) no 3T25, volume inferior ao trimestre anterior, quando havia registrado cerca de 100 mil boepd. O recuo, diz a empresa, foi consequência da ordem de suspensão da Agência Naci
Fontes
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