OPA por permuta ganha força na B3: o que une e o que separa Randon e Santander?

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As recentes ofertas públicas de aquisição (OPAs) lançadas por controladores de companhias listadas na B3 colocaram os holofotes sobre um tipo de operação: a troca de ações em vez do pagamento em dinheiro.
Em poucos dias, o mercado acompanhou o anúncio da oferta do Grupo Santander para ampliar sua participação no Santander Brasil (SANB11) e da proposta da holding DRAMD, da família Randon, para adquirir ações ordinárias da Randoncorp (RAPT3) usando papéis da Frasle Mobility (FRAS3) como moeda.
Embora as duas operações tenham em comum o fato de serem OPAs por permuta e não envolverem o fechamento integral de capital das companhias, os objetivos estratégicos, os impactos para as empresas e as implicações para os acionistas são bastante diferentes.
Segundo Tobias Camargo, planejador
Fontes
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