Ouro fecha em alta e atinge maior valor desde maio com Oriente Médio e Treasuries

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A expectativa de escalada nas tensões envolvendo Irã e EUA e o desconforto com a posição fiscal da maior economia do planeta alimentaram mais uma vez a busca pelo ouro no exterior, levando o metal a superar novamente a marca de US$ 4.700 por onça-troy. Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em alta de 0,36% nesta segunda-feira, 24, a US$ 4697,80 por onça-troy, no maior nível desde maio.
O movimento do metal precioso ocorre enquanto os mercados aguardam o principal indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve (Fed), o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), previsto para quarta-feira, 26, e o discurso de estreia de Kevin Warsh no Simpósio de Jackson Hole na sexta-feira, dia 28.
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O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro dos EUA sancionou nesta segunda-feira, 24, cerca de 50 empresas e 30 indivíduos com supostas ligações com o regime iraniano. Entre os indivíduos, a maioria é iraniana e chinesa; já a maior parte das empresas sancionadas está em Hong Kong, nos Emirados Árabes Unidos e na China continental.
O Tesouro impôs penalidades a qualquer pessoa que opere nos setores de aviação, ativos digitais, ouro, transporte e tecnologia da economia iraniana. Os EUA deram prazo até 8 de setembro para que empresas ou pessoas encerrem negócios com o Irã que haviam sido autorizados no passado.
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Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta segunda-feira, 24, em correção de ganhos recentes após seis sessões consecutivas de alta, colocando em segundo plano o baixo tráfego pelo Estreito de Ormuz e as novas sanções dos EUA ao Irã.
Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para outubro fechou em queda de 2,35% (US$ 2,05), a US$ 85 01 por barril.
O petróleo Brent para novembro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em baixa de 2,3% (US$ 2,13), a US$ 90,54 por barril.
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O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, no Panamá em 13 de agosto de 2026 — Foto: Aris Martinez/REUTERS
O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou nesta segunda-feira (24) que o governo do presidente Donald Trump não descarta o uso de força militar contra o Irã.
A declaração é feita num momento em que Washington lança um “Dia D econômico” contra Teerã e parece deixar de lado os ataques, ao mesmo temporariamente, para sufocar o país do Oriente Médio financeiramente.
“De forma alguma descartamos o uso de ataques cinéticos em qualquer ponto do Estreito de Ormuz ou nos arredores do Irã”, disse Hegseth a repórteres, acrescentando que o Irã não conseguiria suportar a pressão econômica a que estava sendo submetido.
Mais cedo nesta segunda, os Estados Unidos anunciaram uma leva de
Fontes
- https://www.infomoney.com.br/mercados/ouro-fecha-em-alta-e-atinge-maior-valor-desde-maio-com-oriente-medio-e-treasuries/
- https://www.infomoney.com.br/economia/tesouro-dos-eua-sanciona-cerca-de-50-empresas-com-supostas-ligacoes-com-ira/
- https://www.infomoney.com.br/mercados/petroleo-fecha-em-queda-com-novas-sancoes-dos-eua-ao-ira-e-baixo-trafego-em-ormuz/
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/08/24/governo-trump-nao-descarta-usar-forca-militar-contra-o-ira-novamente-diz-chefe-do-pentagono.ghtml
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