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Ouro fecha em alta, impulsionado por perspectivas para conflito no Oriente Médio

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O contrato mais líquido do ouro fechou em alta nesta quarta-feira, 25, em uma sessão com apetite por risco em razão dos desdobramentos no Oriente Médio, em especial as especulações sobre negociações entre Estados Unidos e Irã por um cessar-fogo. Por sua vez, analistas reforçam que o metal está operando ainda em um cenário pressionado, que não deve se alterar com perspectivas de curto prazo para o conflito.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em alta de 3,41%, a US$ 4.552,3 por onça-troy. Já a prata para maio teve alta de 4,43%, a US$ 72,64 por onça-troy.
“O ouro é o porto seguro por excelência. No entanto, ele tem se comportado em sincronia com o risco em um cenário de estagflação e choque geopolítico. Em nossa visão, os fluxos

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O prolongamento da crise no Oriente Médio e a interrupção quase total dos fluxos de petróleo pelo Estreito de Ormuz forçaram uma revisão profunda no cenário macroeconômico para 2026.
Em relatório divulgado nesta quarta-feira (25), a equipe de Commodities do Goldman Sachs projeta o valor do petróleo Brent médio de US$ 85 no ano, mas reforça que a persistência do conflito pode levar a commodity a superar o recorde histórico de 2008.
Segundo o documento, esse choque energético atua como um “imposto global”, combinando uma inflação resistente com um aperto forte nas condições financeiras, o que classificaria uma diminuição de crescimento da América Latina.
Inflação revisada
Mesmo com a distância geográfica do conflito, a América Latina vai sentir o “efeito cascata” do choque energé

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Os dados da mais recente rodada da pesquisa AtlasIntel, com parceria da Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25) mostra que a desaprovação do governo se impõe como principal sinal de alerta para o Palácio do Planalto. Mais do que oscilações nas intenções de voto, é a avaliação da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que, neste momento, concentra o maior risco eleitoral.
Durante o Mapa de Risco, programa de política do InfoMoney, o cientista político Josué Medeiros foi direto ao apontar onde está o problema. “A questão nem é tanto as intenções de voto, o problema mesmo é a avaliação do governo”, afirmou.
Segundo a pesquisa, a desaprovação do governo chegou a 53,5%, enquanto a aprovação ficou em 45,9%, ampliando a distância entre os dois indicadores. O movimento rompe um

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