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Ouro rompe os US$ 4.000 pela 1ª vez na história, com temores sobre economia dos EUA

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Os preços do ouro à vista ultrapassaram US$ 4.000 por onça pela primeira vez, à medida que as preocupações com a economia dos Estados Unidos e o risco de paralisação do governo (shutdown) deram novo fôlego a uma forte disparada.
O metal subiu até 0,4%, atingindo US$ 4.001,11 por onça nesta quarta-feira. É um marco histórico para um ativo que era negociado abaixo de US$ 2.000 há apenas dois anos, e que agora acumula retornos muito superiores aos das ações neste século.
O ouro já avançou mais de 50% neste ano, em meio a incertezas sobre o comércio global, a independência do Federal Reserve e a estabilidade fiscal dos EUA. Ao mesmo tempo, tensões geopolíticas aumentaram a demanda por ativos de proteção, enquanto bancos centrais mantêm o ritmo elevado de compras.
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O Senado Federal aprovou nesta terça-feira, 7, a transferência simbólica da capital da República para a cidade de Belém durante a realização da Conferência das Nações Unidas Sobre Mudança Climática, a COP30, entre 11 e 21 de novembro.
O projeto vai agora para a sanção presidencial. O texto, de autoria da deputada Duda Salabert (PDT-MG), prevê que os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário poderão se instalar na capital do Pará para a condução de suas atividades durante o período estabelecido.
Os atos e despachos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por seus ministros entre 11 e 21 de novembro, portanto, vão ser registrados como se tivessem sido feitos em Belém.
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O Brasil responde por quase 96% dos casos de chikungunya confirmados neste ano nas Américas, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O País também contabiliza cerca de 72% das mortes pela doença no mundo.
Entre 1º de janeiro e 20 de setembro, o Brasil registrou 96.159 casos confirmados e 111 mortes. No mesmo período, a região das Américas reportou um total de 228.591 casos suspeitos, incluindo 100.329 casos confirmados, e 115 mortes.
Em nível global, foram relatados 445.271 casos, entre suspeitos e confirmados, e 155 mortes em 40 países. Os números englobam tanto casos autóctones, quando a doença é adquirida no próprio local onde a pessoa vive, quanto casos importados, em que o paciente contrai a enfermidade após uma viagem.
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