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Para CEO da Palantir, só técnicos e ‘neurodivergentes’ têm futuro da era da IA

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Da Geração Z aos baby boomers, trabalhadores de todos os setores estão em busca de maneiras de blindar suas carreiras, enquanto a inteligência artificial ameaça revolucionar o mercado de trabalho. Alex Karp, CEO da Palantir, oferece uma visão direta e implacável sobre quem sairá na frente.
“Basicamente, existem duas maneiras de saber que você tem futuro”, disse o bilionário de 59 anos à TBPN em março. “Uma: você tem alguma formação técnica. Ou duas: você é neurodivergente.”
A primeira categoria de Karp reflete um consenso crescente: profissionais de ofícios especializados — de eletricistas a encanadores — são difíceis de automatizar e estão cada vez mais demandados, à medida que as grandes empresas de tecnologia constroem imensos data centers e os EUA enfrentam uma escassez de

7 melhores brindes da BGS 2026; veja lista
Por Gabriel Cavalheiro |
A Brasil Game Show 2026 abriu os portões para todos os públicos neste sábado (10). Conforme a organização da empresa, este será o dia mais movimentado do evento, com 100% dos ingressos vendidos. Mais pessoas significam mais concorrência para pegar brindes da SEGA, Nintendo, entre outras marcas, pela feira.
Para quem veio buscar itens temáticos de jogos e empresas, a BGS 2026 oferece alguns brindes interessantes, embora haja a ausência de certas marcas presentes em edições anteriores.
De qualquer maneira, o Canaltech trouxe 7 brindes que você não pode deixar passar na BGS 2026. A ideia aqui é fugir de pôsteres e figurinhas manjadas e focar nos itens mais exclusivos oferecidos na feira.
– Eco Bag Stranger Than Haven;
– Pôste

Por que o México está desmilitarizando suas escolas
– Author, Daniel Pardo
– Role, Correspondente no México, BBC News Mundo
– Published
– Tempo de leitura: 10 min
“Boa tarde, meu comandante”, saúdam os estudantes do Colégio Moderno Alarid, na Cidade do México, ao seu diretor, Óscar Lira — mesmo não devendo mais chamá-lo desta forma.
O pátio da escola é decorado com um mural com os símbolos nacionais mexicanos: a águia, a serpente e o cacto. Nele, um professor convoca os estudantes com outra expressão em vias de extinção, mas que ainda resiste.
“Cadetes, sentido!” Ele se corrige em seguida: “Discentes, sentido!”
Os estudantes começam o ano escolar com novos uniformes, sem estética militar. Eles formam filas, com postura firme, os braços retos para o lado e olhar fixo para frente.
O instruto

O McDonald’s virou Méqui. E eu tive que explicar isso em Chicago
Nunca fiz uma viagem tão tensa quanto aquela entre Guarulhos e Chicago.
Na quinta-feira, havíamos trocado as fachadas de restaurantes do McDonald’s no Brasil. A marca tinha virado Méqui. Sem pedir autorização à matriz.
Na terça-feira seguinte, eu e João Branco, nosso vice-presidente de Marketing, tínhamos uma reunião na sede mundial da companhia.
Quando assumi a presidência do McDonald’s no Brasil, encontrei a empresa vivendo talvez seu pior momento no país. Perdíamos participação de mercado, a lucratividade caía, os restaurantes envelheciam e a satisfação dos Clientes diminuía.
Os números mostravam que tínhamos um problema sério. Mas eu queria entender o que estava acontecendo com as pessoas. Além das pesquisas tradicionais,

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