Para Febraban, bancos e fintechs ‘têm o dever’ de proibir contas fraudulentas

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, defendeu que tanto os bancos quanto as fintechs “têm o dever” de impedir a abertura e manutenção de contas fraudulentas. Ao anunciar uma autorregulação sobre o tema, Sidney reconheceu que a abertura da indústria financeira é importante para o setor, porque melhora a competitividade e a eficiência. “Mas não podemos flexibilizar a integridade do sistema e a segurança das operações”, ponderou.
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Para Sidney, há uma “proliferação” de instituições frágeis a crime financeiros e o setor não pode ser tolerante com brechas na entrada ou na permanência de criminosos.
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