Passivo na Justiça agrava crise e desafia empresas em recuperação judicial

Publicidade
A onda de recuperações judiciais que atinge empresas de diferentes portes e setores no Brasil vai muito além dos casos que ganharam as manchetes nos últimos meses. O problema já afeta 5.931 empresas, o maior estoque já registrado. O aumento dos pedidos, no entanto, vai além do ambiente de negócios pressionado por juros elevados, crédito restrito e desaceleração econômica, chegando a um fator menos visível e que pode dificultar a recuperação financeira de muitas companhias: o passivo judicial.
Limitar a explicação das recuperações judiciais apenas ao cenário macroeconômico significa ignorar uma parcela importante do problema, segundo Lucas Pena, CEO da PACT, empresa especializada em reestruturação de passivos corporativos. “O passivo judicial é uma linha de dívida importante, ma
Publicidade
Uma eventual nova alta da Bolsa brasileira deve começar pelas blue chips, mas as maiores oportunidades podem aparecer posteriormente entre as small caps.
Segundo André Moraes, analista, fundador e CEO da Trade ao Vivo e chairman da BFR Investimentos, o capital estrangeiro tende a entrar primeiro em ações de maior liquidez, como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e bancos (IFNC), antes de avançar sobre empresas mais sensíveis aos juros e à atividade econômica.
Nesse segundo momento, setores como varejo (ICON) e construção civil (IMOB) podem ganhar protagonismo à medida que as ações mais líquidas ficarem mais caras. A velocidade dessa rotação, porém, dependerá principalmente do comportamento do petróleo e do ritmo de queda da Selic.
Em entrevista ao InfoMoney durante a Expert XP 202
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
